
Não consigo descrever o amor
Mas sobre a dor é fácil falar
Pois é algo que rasga a minha pele
E sem lágrimas, me faz chorar
Não sinto o coração batendo
Não sinto o pulmão respirando
Não sei o que passa aqui dentro
Só sei que está piorando
Há uma espada cravada em meu peito
Uma faca atravessa meus olhos
Minha pele foi toda arrancada
E meu corpo atirado no alcool
Não há mais razão pra viver
Os meus pulsos, já teria cortado
Mas se faço, eu vou te perder
E jamais voltarei ao teu lado.
É por isto que ainda resisto
Mas estou cada dia mais fraco
Só o que me dá forças pra vida
É a esperança de por ti ser amado.
Pois é algo que rasga a minha pele
E sem lágrimas, me faz chorar
Não sinto o coração batendo
Não sinto o pulmão respirando
Não sei o que passa aqui dentro
Só sei que está piorando
Há uma espada cravada em meu peito
Uma faca atravessa meus olhos
Minha pele foi toda arrancada
E meu corpo atirado no alcool
Não há mais razão pra viver
Os meus pulsos, já teria cortado
Mas se faço, eu vou te perder
E jamais voltarei ao teu lado.
É por isto que ainda resisto
Mas estou cada dia mais fraco
Só o que me dá forças pra vida
É a esperança de por ti ser amado.
Gostei do seu espaço/blog/estilo!
ResponderExcluirBelas palavras!
http://SELVAbrasil.blogspot.com/
Prezado Poeta; bom dia.
ResponderExcluirAgradeço sua passagem lá pelo blog (arquitetura e poesia: literatório). Tardei esta visita poque a vida está cheia de urgências, todas menos importantes do que conhecer novos e talentosos amigos; mas... São mais cobradas...
A propósito, gostei demais da sua poesia. Mesmo melancólica e pungente, apelo ao amor que abandona, é tocante, emocionada; vê-se nitidamente que vem de dentro. Por isso gosto tanto dos blogs: mesmo que discretamente reservados, quase todos somos muito autênticos no que expressamos. Por aqui estaremos outras vezes para ler sua poesia, se você nos permite. Grande abraço, ótima semana.
Adh